domingo, 3 de outubro de 2010

Sobre o Mad House






































Jay Omura e Pedro Amorim, guitarrista/vocalista e bateirista da banda Mad House, respectivamente.

O que eu escrevi sobre eles no meu DA há um tempo atrás:

"O título do desenho [The kids aren't alright] foi baseado nessa banda, pq decidi que ela seria a influência principal do "Mad House" (Pra quem não conhece, é a banda dos personagens do meu fanzine Vidas Imperfeitas) É meio dificil passar a sensação musical pelos quadrinhos, então talvez assim as pessoas estejam mais perto do som q imagino para a banda deles xD Queria que eles tocassem rock, mas nada daquele pop rock típico brasileiro.. eles são bem banda de fundo de quintal mesmo, com uma 'pegada punk', apesar deles não terem todo o conceito punk... as letras falam do cotidiano, mas ao mesmo tempo são bem profundas (não sentimentais, apenas tratam de alguns valores e criticas) Lembrando que quem escreve a maioria das letras é o Jay, um cara deveras sensível (não gay, gente) por isso ele pode escrever sobre tudo, tanto amor quanto guerra... ele escreve sobre as coisas que martelam na sua mente, e tal. Ele é o integrante que mais consegue expressar o que pensa e sente, e não tem medo de colocar isso nas músicas.
Não vou além disso na descrição, mesmo pq não sou expert no assunto música. Eu tive mta ajuda pra definir alguma coisa sobre eles, e fiquei feliz com o resultado. =)
Quem sabe na próxima, eu não fale mais sobre eles... Inclusive, surgiu uma idéiazinha inocente de fazer uma side-story contando o passado da banda Mad House, e o dia a dia dos integrantes! Mas lembrando q é só uma idéia inocente por enquanto!! hehehe"

Isso explica bastante coisa sobre o que eu tenho a dizer sobre a banda. Eu admito que nem lembro mais porque diabos coloquei uma banda no meio da minha história, pra começar. Eu não acho que seja a pessoa perfeita para fazer um enredo desenrolar nesse sentido, mas eu gosto da idéia, e eu sempre tive a música ao meu lado, seja como referência ou inspiração. Passado o tempo, eu percebi que precisava desenvolver melhor outros pontos da trama, e a banda era um fator importante. Agora eu sinto que tudo faz mais sentido, tudo se encaixa melhor. O Mad House não está só porque parece legal ter uma banda, mas porque os personagens nasceram assim, eles tem sonhos próprios... Quando penso nisso, acho que sou só a intermediadora de algo que sempre esteve ali, vivo.
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